Sempre vejo as mulheres a minha volta reclamando de seus homens, ou da falta deles. Não estou direcionando isso para ninguém em especial, talvez todas as que vejo no facebook, talvez todas fora dele.
Eu tive uma adolescencia um tanto quanto perturbada, ou deveria dizer pré-adolescencia? Não sei, foi por aí. Eu via o mundo como se tudo já fosse muito velho para mim como se eu conhecesse tudo, mas não conhecia. No entanto, conhecia quem conhecia. E uma dessas conhecidas, na época bem mais velha que eu. Me falou que eu deveria acreditar nos contos de fadas, mas acreditar da forma correta. Pensei nisso por vários dias, eu não acreditava em contos de fadas, eu vi muito de coisas que me fizeram desacreditar. Mesmo quando criança. Não dentro de casa, devo deixar claro. Meus pais vivem harmonicamente em sua desarmonia até hoje. Nunca ninguém bateu ou gritou com ninguém.
Mas continuando...Perguntei o que ela queria dizer com isso. E ela me falou: Seja uma princesa, mas não espere pelo príncipe encantado. Não espere que no mundo real exista ninguém perfeito, feliz para sempre. No fim ela também não quis dizer para agarrar qualquer um que vier pela frente. Mas seja uma princesa, por você mesma. Aquele que vier a ser seu príncipe, não vai ser perfeito, ou encantado. Ele pode não te encher de mimos e flores e mentiras confortáveis. E ainda assim ser perfeito para você. Ele pode não ser um cavalheiro full time, mas ainda assim estar presente sempre que você precisar. Dar suporte e carinho nas piores horas. Ele pode não gostar das mesmas coisas que você, mas é certo que vocês vão odiar as mesmas coisas.
Pessoas são diferentes, ninguém complementa ninguém, a metade da laranja não se torna uma com a outra metade, não volta a ser inteira. Só o que existe são duas pessoas completamente iguais em suas diferenças, pessoas que te servem nas melhores e piores horas, pessoas que se preocupam e cuidam. Existem essas pessoas.
Não sei como é ou como seria o príncipe encantado, sei que seria diferente para cada mulher. Assim como é...
sexta-feira, 10 de fevereiro de 2012
quarta-feira, 8 de fevereiro de 2012
A day in the night...
Bom, a hora me denuncia, não consigo dormir. Isso não é bom, mas também não é ruim. Vou estudar daqui a pouco, tenho certeza que o sono chega rápido. Mas tem mais dois fatores muito insistentes nessa insônia um tanto quanto elétrica. Primeiro é o calor infernal que está fazendo no meu quarto, nesse momento. Segundo foi a caneca de café com chocolate que tomei no jantar. Acho que foi um pouco demais para a hora. Vi que tenho 23 pageviews no blog. Provavelmente são minhas, eu sempre entro no blog pelo link (eu sei.). Mas quem quer quer esteja lendo ou entrando aqui, desculpe por roubar sua ideia de nome de blog. Não era a intenção, certeza de que seu projeto é mais interessante, mas vai ter de arrumar outro nome, esse é meu. O que aliás, eu coleciono cool names para blogs, sempre que eu tenho uma ideia eu crio. Mean, eu sei.
Posso dizer que o calor é predominante nisso de não conseguir dormir. Minha dor de cabeça retorna e eu sei que amanhã o dia não será bom. Mas espero que seja. E nessas horas eu me arrependo por não tem comprado o notebook com o teclado iluminado. Obrigada, Dell, por cobrar tão caro por um teclado iluminado. Nah, na verdade nem era caro, mas eu preferi adicionar outras coisas. E até que dá para digitar sem olhar para ele, mais ou menos.
Me sinto mais normal sem os remédios. Me sinto mais eu. Afinal, estou de volta a escrever, não estou? Só os meus contos que ficam parados, mas é aquilo, exigem muita dedicação e um tempo que não tenho no momento. Preciso de um emprego estável, um carro e uma casa. Depois disso eu penso em escrever com mais frequência.
A resposta para a sua pergunta é não. Não sei como fiquei desse jeito. Desesperada por um cargo público, parece o paraíso, mas sei que só estarei trocando alguns problemas por outros, até maiores, se você me perguntar. Mas todo o mundo parece pensar que eu não sei de nada. Na verdade a minha vida inteira foi assim, subestimada até o último momento. Mas eu estou acostumada, se eu pensar bem, consegui tudo o que coloquei minha mente e meu coração. Até hoje, não houve nada que eu quisesse muito, muito mesmo, que eu não tenha conseguido. Sempre a custo de muita luta e lágrimas e sangue e dor e perdas. Mas no fim, tudo se resolveu, às vezes não da forma que eu queria, ou previa. Mas sempre da forma que me deu margem para ficar bem. Eu sinto que baixei a guarda nos últimos anos. Sempre me resolvi sozinha, a vida inteira, 24 anos não é tudo isso, mas também não é pouco, há muito o que contar. Mas devo admitir que mesmo botando banca e falando para todo mundo que não ligava de ser sozinha, isso me incomodava. A solidão, às vezes é bom, devo admitir. Mas existem momentos em que partilhar vitórias com alguém que realmente conhece você e te ama, é uma das melhores coisas da vida.
De qualquer forma, não estou só agora. Mas preciso recuperar partes de mim que perdi pelos anos e que são e serão necessárias daqui para a frente. Preciso de partes de um lado que enterrei, e eu enterrei tantas de mim mesma.
Preciso...Bom, preciso estudar, que tá foda. O concurso está em cima, eu já perdi um, de certeza e não quero perder esse também. E já entrou mais um na jogada, farei todos até entrar em um ou mais de um. E essa é uma meta que só largo quando alcançar. Até lá, saberei mais de direito do que qualquer aluno do curso, mais de português que um professor e raciocínio lógico também. Mas devo dizer que tudo isso me diverte muito. E enquanto assim for, estarei focada. Então espero passar antes que tudo isso me deixe entediada. Torçam por mim.
Concursos:
INSS - 12/02/2012
Banco do Brasil - 25/03/2012
Prefeitura de Maceió - 01/04/2012
Até outro dia de insônia...
Posso dizer que o calor é predominante nisso de não conseguir dormir. Minha dor de cabeça retorna e eu sei que amanhã o dia não será bom. Mas espero que seja. E nessas horas eu me arrependo por não tem comprado o notebook com o teclado iluminado. Obrigada, Dell, por cobrar tão caro por um teclado iluminado. Nah, na verdade nem era caro, mas eu preferi adicionar outras coisas. E até que dá para digitar sem olhar para ele, mais ou menos.
Me sinto mais normal sem os remédios. Me sinto mais eu. Afinal, estou de volta a escrever, não estou? Só os meus contos que ficam parados, mas é aquilo, exigem muita dedicação e um tempo que não tenho no momento. Preciso de um emprego estável, um carro e uma casa. Depois disso eu penso em escrever com mais frequência.
A resposta para a sua pergunta é não. Não sei como fiquei desse jeito. Desesperada por um cargo público, parece o paraíso, mas sei que só estarei trocando alguns problemas por outros, até maiores, se você me perguntar. Mas todo o mundo parece pensar que eu não sei de nada. Na verdade a minha vida inteira foi assim, subestimada até o último momento. Mas eu estou acostumada, se eu pensar bem, consegui tudo o que coloquei minha mente e meu coração. Até hoje, não houve nada que eu quisesse muito, muito mesmo, que eu não tenha conseguido. Sempre a custo de muita luta e lágrimas e sangue e dor e perdas. Mas no fim, tudo se resolveu, às vezes não da forma que eu queria, ou previa. Mas sempre da forma que me deu margem para ficar bem. Eu sinto que baixei a guarda nos últimos anos. Sempre me resolvi sozinha, a vida inteira, 24 anos não é tudo isso, mas também não é pouco, há muito o que contar. Mas devo admitir que mesmo botando banca e falando para todo mundo que não ligava de ser sozinha, isso me incomodava. A solidão, às vezes é bom, devo admitir. Mas existem momentos em que partilhar vitórias com alguém que realmente conhece você e te ama, é uma das melhores coisas da vida.
De qualquer forma, não estou só agora. Mas preciso recuperar partes de mim que perdi pelos anos e que são e serão necessárias daqui para a frente. Preciso de partes de um lado que enterrei, e eu enterrei tantas de mim mesma.
Preciso...Bom, preciso estudar, que tá foda. O concurso está em cima, eu já perdi um, de certeza e não quero perder esse também. E já entrou mais um na jogada, farei todos até entrar em um ou mais de um. E essa é uma meta que só largo quando alcançar. Até lá, saberei mais de direito do que qualquer aluno do curso, mais de português que um professor e raciocínio lógico também. Mas devo dizer que tudo isso me diverte muito. E enquanto assim for, estarei focada. Então espero passar antes que tudo isso me deixe entediada. Torçam por mim.
Concursos:
INSS - 12/02/2012
Banco do Brasil - 25/03/2012
Prefeitura de Maceió - 01/04/2012
Até outro dia de insônia...
sexta-feira, 3 de fevereiro de 2012
Day off...
Primeira missão fail, com direito a tapa na minha cara. 'Imaginariamente', claro. Mas estou evoluindo, estou evoluindo...
Hoje é dia de descanso, forçado, mas sim. Um quase descanso, só não vou ao cursinho. Mas estudarei. E descansarei também.
Para depois do dia 12 tenho quase todos os filmes do oscar para assistir, quatro nerdcasts para ouvir, alguns livros e quadrinhos para ler e eu creio que é só. Depois do carnaval, começa a correria novamente. Me pergunto quando isso acaba. Mas só acaba quando termina. E eu não vou desistir só porque 'o povo' fica falando. Não sou 'playbóia' estou estudando para passar num desses concursos. Isso aqui é minha vida. E o tempo que se dane. Todo esforço é válido e a cada chance minhas chances melhoram. A cada prova é uma prova melhor, a cada aula, mais conhecimento. Estou me divertindo em aprender coisas novas e reaprender coisas que eu já havia esquecido. É divertido. É interessante, e enquanto for interessante minha mente se mantém em foco. Preciso disso. Preciso de novos ares e lugares, novas funções para um cérebro danificado, nova vida.
Voltarei ao trabalho. Se for de rezar, reze por mim.
Não vou abandonar esse blog, creio. Mas vai ficar sem posts sempre que as coisas estiverem a 150km/h. Paciência, tudo se resolve. A vida é assim mesmo...
Até mais,
Hoje é dia de descanso, forçado, mas sim. Um quase descanso, só não vou ao cursinho. Mas estudarei. E descansarei também.
Para depois do dia 12 tenho quase todos os filmes do oscar para assistir, quatro nerdcasts para ouvir, alguns livros e quadrinhos para ler e eu creio que é só. Depois do carnaval, começa a correria novamente. Me pergunto quando isso acaba. Mas só acaba quando termina. E eu não vou desistir só porque 'o povo' fica falando. Não sou 'playbóia' estou estudando para passar num desses concursos. Isso aqui é minha vida. E o tempo que se dane. Todo esforço é válido e a cada chance minhas chances melhoram. A cada prova é uma prova melhor, a cada aula, mais conhecimento. Estou me divertindo em aprender coisas novas e reaprender coisas que eu já havia esquecido. É divertido. É interessante, e enquanto for interessante minha mente se mantém em foco. Preciso disso. Preciso de novos ares e lugares, novas funções para um cérebro danificado, nova vida.
Voltarei ao trabalho. Se for de rezar, reze por mim.
Não vou abandonar esse blog, creio. Mas vai ficar sem posts sempre que as coisas estiverem a 150km/h. Paciência, tudo se resolve. A vida é assim mesmo...
Até mais,
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